De acordo com os pais, 44 alunos de três turmas participaram do experimento em dias diferentes na semana passada. O professor foi demitido.
A Polícia Civil do Espírito Santo está investigando um professor de Química que coletou amostras de sangue de 44 alunos, utilizando o mesmo instrumento perfurocortante, em uma escola estadual de Laranja da Terra. O caso ocorreu na semana passada e envolveu estudantes de 16 e 17 anos de três turmas diferentes .Folha Vitória
Durante uma aula prática, o professor perfurou o dedo dos alunos com uma agulha metálica, coletando sangue que foi colocado em lâminas para observação ao específico. O procedimento foi registrado em vídeo pelos próprios estudantes. Uma aluna relatou que, no momento, acreditei que o professor sabia o que estava fazendo e, como ele limpou o instrumento com álcool, permitiu-me a coleta .Metrópoles | O seu portal de notícias
Os pais dos alunos não foram informados previamente sobre a atividade e descobriram o ocorrido apenas no final do dia, quando os jovens foram submetidos a testes para verificar possíveis infecções. A escola encaminhou os estudantes para exames rápidos, que inicialmente deram negativos. Contudo, os pais manifestaram preocupação com possíveis consequências futuras .Folha Vitória
Na terça-feira (18), os alunos foram novamente testados e serão monitorados pelos próximos três meses. Os exames incluem verificações para hepatites B e C, HIV e sífilis. Os especialistas alertaram que o uso compartilhado de materiais perfurocortantes aumenta o risco de transmissão de doenças infecciosas. A infectologista Rubia Miossi enfatiza que esses materiais devem ser administrados e médicos de uso exclusivo .
A Secretaria de Educação do Espírito Santo informou que o professor não solicita autorização para a atividade e que a corregedoria está apurando o caso. O secretário de Educação, Vitor de Angelo, ressaltou a gravidade da situação, destacando que a falta de comunicação e as realizações decorrentes da atividade ex imposta aos alunos a riscos .
A Polícia Civil está colhendo depoimentos e pretende intimidar o professor para esclarecimentos. O delegado-geral José Darcy Arruda afirmou que, inicialmente, o caso configura um crime de exposição ao perigo e que as investigações prosseguem para confirmar essa hipótese .Metrópoles | O seu portal de notícias
Fontes: G1.
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